Husky, O Agente Siberiano

Publicado Por

BORGES CARREIRA

Idioma

Português

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O Agente Siberiano

Este pequeno livro, O Agente Siberiano, tinha uma ideia inicial – contar a história de um jovem que é confiado a uma instituição, porque o pai está preso e a mãe ausente em parte incerta, e depois de sofrer todas as vicissitudes de quem vive às sopas da Segurança Social, consegue realizar o seu sonho de vir a ser polícia.

O livro não conseguiu aguentar a vida na instituição, que até nem seria das piores, porque a verdade é que, em termos de instituições para rapazes e raparigas, para não pronunciar a palavra “jovens”, há por aí pior, muito pior. Como diria uma personagem queirosiana, vocês podem não acreditar, mas nem tudo são chalaças, há para aí instituições terríveis, mesmo assustadoras.

Assim que apareceu uma oportunidade o jovem escapuliu-se para outra dimensão, onde tinha de tudo o que é preciso para ser feliz – um veículo espacial, o amor e protecção de uma mulher mais velha, um respeitável posto de Inspector numa Polícia nova, com jurisdição sobre os mundos – a COSMOPOL, – e ainda magia e aventuras em dose familiar.

Uma história que começa mal e tem um final feliz.

É perigoso escolher nomes para as personagens. E se a vida, por um acaso infeliz, coincidir com a ficção? É melhor esclarecer desde já, é melhor chamar os bois pelos nomes – É tudo invenção minha, com alguma ajuda, aliás muita, dos grandes Mestres Rabelais, Cervantes e Sterne, a quem eu muito gostaria de chegar aos calcanhares. Se alguém se sentir visado nas palavras e nas frases da minha pequena história, desengane-se. Não é. Não foi. Nunca será.

Há para além disso a questão dos erros e da ortografia. A ortografia é propositada, foi assim que aprendi a escrever em Português, e é tarde para voltar a inscrever-me na Escola Primária. Os erros são das duas uma: ou propositados, para vincar bem alto o meu direito a errar e a dizer e fazer disparates; ou involuntários, sinal de pura e simples ignorância. Lógica para quê? Isto não é uma obra científica, apesar dos 32.000 terawatts do Mobilis 3000.

Se eu fosse um génio, como Sterne, escreveria o prefácio no meio do livro. Como não sou, Triste de mim.

Falemos agora de questões autorais.

Esta obra (boa ou má, é sempre uma obra) pode ser livremente lida, descarregada para qualquer outro suporte – electrónico ou papel. Pode ser livremente impressa e os exemplares podem ser dados, vendidos, trocados, o que quiserem. Escrevo para, se possível, ser lido.

Pode ser livremente impressa em “braille”.

A sua leitura pode ser livremente gravada em suporte sonoro para ser escutada por invisuais.

Qualquer outro tipo de utilização – versão em banda desenhada, tradução, adaptação ao teatro, à rádio, televisão ou cinema, utilização do nome das personagens ou das instituições noutras obras, sequelas, etc., carece de autorização minha (do autor), a qual poderá ser obtida através da Sociedade Portuguesa de Autores.

Para qualquer interessado, o meu número de sócio da SPA é o 108639.

No mais, ficai com Deus e sejam felizes.

É o que vos deseja o autor agradecido

José Carlos Borges Carreira

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